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17 de fev. de 2016

Batalha: A 5ª Onda (Livro x Fime)



Colocar o livro para batalhar com o filme que foi inspirado no mesmo é no mínimo um ultraje ao escritor e aos leitores. Por isso, estas batalhas (livro x filme) não terão um vencedor, mas sim uma comparação entre eles, e uma busca por sentimentos e emoções em comum e divergentes.
Atenção: Contém spoilers.

13 de fev. de 2016

Resenha - A 5ª Onda

Devo admitir que li este livro apenas para ver o filme, portanto ele não estava nos meus planos literários e isso é péssimo, já que a lista de livros na categoria "Quero Ler" é obviamente infinita, além de já esperar encontrar cenas cinematográficas e um roteiro digno de cinema, e com toda certeza isso eu encontrei.

Na verdade o livro cabe como uma luva para as telas de cinema, tanto por seu aspecto futurista como pela trama e ação envolvidas, que traz ao público jovem um espírito de liderança e poder, presente em best-sellers como Jogos Vorazes, Divergente, Starter, Eu Sou o Número 4... e ai chega a parte ruim: todos são feitos em uma mesma forma de livros. Apesar da criatividade existir, eles não conseguem sair de um padrão, algo que a 5ª Onda também não fez.

11 de jul. de 2012

Resenha - Jogador Nº1

Quem acompanha o blog pelo Twitter (@bloglivreiro)já sabe que eu não preciso falar nada, pois viu o quando amei esse livro fascinante e inteligente, compensando por sorte a frustração do EM CHAMAS :)

Como já faz um tempinho que o li estou postando a resenha atrasada, então pode ser que ela fique com uma aparência diferente das que eu publico normalmente, pois quando escrevo ainda estou com a emoção do livro, mas eu irei re-escrever a resenha quando ler o livro novamente, pois realmente gostei muito!

Vai uma dica, caso você tenha gostado de livros como os das coleções: OS LEGADOS DE LORIEN, PERCY JACKSON e CHERUB existe 90% de chance de você gostar de JOGADOR N°1. Isso porque ele conta a história de um pobre garoto chamado Wade Watts que vive no ano de 2044, onde todas as pessoas mudaram o estilo de vida e aderiram em seu mundo uma segunda vida, inclusa no jogo OASIS. O jogo criado por Halliday virou febre mundial, onde pessoas estudam, trabalham e se divertem. Até ai tudo bem, até que um noticiário da a triste noticia da morte de Halliday, um homem que viveu solitariamente sem nunca ter compartilhado sua sabedoria com filhos ou esposa.

É claro que o mundo ficou abalado, mas a tristeza logo se dispersa, ao descobrirem que antes de morrer, no video de seu testamento, Halliday contou ao mundo que como não tinha para quem deixar sua fortuna resolveu deixar ela para algum usuário merecedor do OASIS.

Basicamente ele criou um concurso, mas para vence-lo o competidor teria que batalhar muito, isso porque Halliday deixou o tesouro na Propriá plataforma do OASIS, mas muito, muito bem escondido, e como em suas próprias palavras o tesouro esta praticamente"dentro de um cofre que está enterrado em uma lua secreta, escondida no meio de um labirinto em algum lugar".


Para que as pessoas não pensassem que ele estava brincando Halliday criou um placar, onde seu nome estava escrito em todas as 10 posições. E anunciou que quando alguém achasse a primeira chave para abrir o primeiro portão seu nome iria aparecer lá. Logo depois do vídeo ser anunciado o mundo voltou aos anos 80 que era a época que Halliday mas gostava. Manias de discoteca e brinquedos como cubo magico ressurgiram e tornaram-se novamente manias mundiais, porém se passaram 3 anos desde a morte do criador e nenhum nome tinha ainda aparecido no placar, até que por surpresa de todos a posição do JOGADOR N°1 mudou para o nome de Parzival, avatar de Wade Watts garoto que mora em um trailer com 20 pessoas que joga OASIS com uma internet super lenta e dedicou toda sua inútil vida até aquele momento a procurar o East Egg, como o tesouro também é chamado.

O mundo volta a acreditar naquele tesouro e o número de caça ovos aumenta muito, porém agora, muitas pessoas estão chegando perto das chaves e abriga não é somente entre competidores, pois empresas enormes estão travando batalha contra os usuários, prometendo que se acharem o tesouro irão reformular todo o jogo usando-o para o mal e podendo causar a falência.

                                                 A PERGUNTA É: HAVERÁ UM VENCEDOR?

Obs: Um dos motivos de eu também ter gostado nesse livro é porque o autor citou uma das minhas frases preferidas, escrita por Shakespeare na fala de seu personagem Prospero da peça A tempestade: É preciso deixar um pouco mais difícil essa conquista, para que a vitória fácil demais não desmereça seu preço.